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¿Con quién hablo hoy?

O Baúl da Memória

Uma vida inteira cabe numa conversa.

Em breve · Em validação clínica

Dois presentes na mesma conversa

Há uma infância, um primeiro amor, um ofício, um conselho que mais ninguém sabe contar igual.

Recordá-lo faz bem hoje. E deixa algo sem preço para amanhã: a voz da sua mãe, do seu pai, a contar quem foram.

A mesma conversa cuida deles hoje e guarda a sua voz para amanhã.

Recordar sustenta

Voltar à própria vida não é viver no passado. É sustentar quem se é.

Quando uma pessoa idosa recorda os seus bons momentos, o ânimo melhora, a identidade firma-se e o sentido regressa. Não é nostalgia. É bem-estar.

E se uma recordação dói, a ANA não insiste. Reconduz com suavidade para o que reconforta.

A ANA não pergunta pelo fim. Pergunta pela vida. Pelo que valeu a pena, e pelo que ainda está por vir, porque ninguém é só o que foi, também o que ainda pode ser.

Uma voz que fica

Com o tempo, e sem que pareça uma entrevista, a ANA convida a recordar dentro da conversa de sempre.

Os momentos que mais valem são guardados, só se a pessoa quiser, como uma pequena biblioteca de recordações organizada por temas. A família pode deixar as perguntas que sempre quis fazer e nunca encontrou o momento. E o idoso pode gravar mensagens para datas que ainda não chegaram.

Um aniversário. Um casamento. Um "tenho orgulho em ti" que soe mesmo quando for preciso.

A voz é sua

Esta é a única função da ANA que guarda áudio. E por isso a cuidamos como o mais delicado que há.

Nada é gravado sem um duplo sim, o da família e o da pessoa idosa, dito em voz alta no início de cada conversa. Tudo é cifrado. Tudo é apagado a pedido. E o idoso pode sempre recusar. Esse "não" manda acima de tudo o resto.

O enquadramento nunca é despedir. É celebrar.

Guarde a sua voz

Este programa está em desenvolvimento, em validação clínica ao lado de especialistas em gerontologia. Deixe-nos os seus dados e avisamos assim que estiver disponível.

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